Quinta-feira, 17 de Maio de 2012

Portucel. 15 mil novos empregos dependem de 40 mil hectares de eucaliptos | iOnline

Portucel. 15 mil novos empregos dependem de 40 mil hectares de eucaliptos | iOnline


A Portucel quer construir uma nova fábrica em Portugal, mas para isso precisa de garantir matéria-prima suficiente para fornecer a unidade fabril. E quer a ajuda do governo.
A empresa tem três unidades fabris no país, mas importa mais de metade da matéria-prima de que necessita, com uma qualidade abaixo da nacional e ao dobro do preço.
O presidente da Portucel, Pedro Queiroz Pereira, considera que “é possível valorizar muito melhor do que tem sido feito o potencial florestal de Portugal”, mas, como não tem surgido “o impulso dinamizador”, continua “a desperdiçar-se um recurso renovável”.
O grupo não confirmou ao i a nova fábrica, mas o jornal sabe que existe o projecto e também que têm sido feitos contactos com o governo.
Sobre o assunto, a empresa apenas fez saber que “a análise de projectos de expansão faz parte de um processo de avaliação de oportunidades de desenvolvimento que contempla a necessidade de garantir a sustentabilidade do modelo de negócio”.
O presidente da comissão executiva da empresa, José Honório, escreveu no relatório e contas publicado no início deste ano que o grupo Portucel tem continuado a sensibilizar as entidades responsáveis “para custos de contexto da economia portuguesa, entraves ao crescimento económico, à inovação e à captação de novos investimentos”. Para este responsável, “as fileiras florestais, e a do eucalipto em particular, são estruturantes para a economia nacional”.
Ao i, a empresa lembrou ainda que o grupo “finalizou um plano de investimentos em Portugal de mil milhões de euros, manifestando claramente a sua capacidade empreendedora e o seu contributo para o desenvolvimento do país”.
Para se tornar auto-suficiente, a empresa precisaria de produzir, actualmente, cerca de 40 mil hectares de eucaliptos. Para alimentar uma nova fábrica seria necessário mais ainda. Neste caso o governo teria, muito provavelmente, de levantar algumas limitações que existem em termos ambientais.
A nova fábrica poderia criar cerca de 15 mil novos postos de trabalho e, de acordo com os valores de mercado, o projecto poderá representar um investimento da ordem dos 2 mil milhões de euros.
A crise internacional afectou o sector, que em 2011 reduziu a sua actividade e levou ao fecho de fábricas na Europa e nos Estados Unidos. Não foi o caso da Portucel. O ano passado a empresa registou novos máximos nas exportações e as vendas continuaram a crescer: mais 7,4% que em 2010, implicando o sacrifício de margens. O volume de negócios da empresa ficou perto de 1,5 mil milhões de euros.
O grupo florestal exporta 95% da sua produção para 115 países. No total representa cerca de 3% das exportações portuguesas de bens e quase 1% do PIB (produto interno bruto).
Actualmente, a companhia dá emprego directo a quase 2300 pessoas, tendo ainda sob sua alçada a gestão de 120 mil hectares de espaço florestal.

Quinta-feira, 29 de Março de 2012

Quarta-feira, 14 de Março de 2012

Casa de Banho Seca no Algarve

 O saneamento a seco utiliza uma sanita que não precisa de água para a descarga. Este sistema tem-se desenvolvido muito nos últimos anos. Os equipamentos modernos distinguem-se dos antigos porque as fezes não vão directamente para o solo, o que produzia fortes odores.


O saneamento a seco não necessita de água para o seu funcionamento e não se liga à rede de águas residuais. Para além disso, são muito eficazes biologicamente, aproveitando-se os resíduos humanos e favorecendo a economia doméstica, poupando dinheiro e energia.


As sanitas secas são sistemas que tratam os resíduos humanos por degradação e desidratação, para produzir um produto final utilizável e valioso para o solo. Não utilizam água e tão pouco se ligam à rede de águas residuais, evitando desta maneira contaminar o sub-solo.




As sanitas secas são sistemas que tratam os resíduos humanos por degradação e desidratação, para produzir um produto final utilizável e valioso para o solo. Não utilizam água e tão pouco se ligam à rede de águas residuais, evitando desta maneira contaminar o sub-solo.





Manutenção
Existem diferentes tipos de substância seca no mercado e podem ser misturados com outros produtos, tais como: folhas, serradura e ervas aparadas dos jardins. A melhor mistura para absorver o líquido obtém-se a partir da combinação de 50% de serradura e 50% de turfa. Deposita-se a mistura no fundo do contentor para proporcionar a oxigenação necessária, para o processo de degradação, evitando odores.


A higiene é um factor importante para o saneamento, tanto para as sanitas como para as sanitas a seco. Deve-se fazer a manutenção e a limpeza da sanita regularmente com meios apropriados.



A maior causa de odor nas sanitas a seco deve-se à urina. Se a sanita não dispõe de ventilação correcta ou os resíduos estão demasiado húmidos, o odor pode chegar a ser um problema; mas se o seu funcionamento está correcto emite menos cheiros do que uma sanita normal.


Texto retirado do “Guia do Saneamento a seco

Fotos de http://casadebanhoseca.wordpress.com/

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012

Bomba Carneiro

Já está feito!

Já podem encomendar! Preço €160!